A vida passa, então você cresce. Às vezes cresce rápido demais, outras vezes demora um pouco... mas a vida sempre passa. Pra uns, a vida passa rápido, pra outros é como se um dia fosse um mês. Pra mim, um dia é como se fosse um ano.
A vida passa, a gente cresce. Aprendemos a conviver com algumas dores, a dor de uma queda de bicicleta, por exemplo... mas aprendemos também a levantar. Aprendemos que tudo o que nasce, morre, então aprendemos a conviver com a dor da perda... temos que conviver com dores físicas, emocinais, psíquicas, entre vários outros tipos de dores. Mas a gente sempre aprende a suportar e a seguir em frente. Ao menos, é pra ser assim. Ao menos, era assim até eu me encontrar sem você...
Nunca senti dor parecida. Nem quando caí de bicicleta, nem quando quebrei o braço, nem quando tive que arrancar vários dentes... nunca tinha perdido alguém, nunca senti a dor da perda. Imaginei que era uma dor intensa, mas a gente só sabe da verdade, quando tá “sentindo na pele”. A dor que sinto, é ardente e profunda, como deve ser a dor de ter uma faca apunhalá-da bem no meio das costas.
Cresci rápido, e agora os dias passam devagar como nunca... são dias preto e branco. A vida tá passando, e eu aqui parada, derramando lágrimas em meus travesseiros, olhando pra o nada, e lembrando do nosso “tudo”, que agora não existe mais... eu tinha tudo. Tinha você. Mas hoje o que tenho é a dor. A dor de não te ter, a dor de não ser tua.
Karine S.
A vida passa, a gente cresce. Aprendemos a conviver com algumas dores, a dor de uma queda de bicicleta, por exemplo... mas aprendemos também a levantar. Aprendemos que tudo o que nasce, morre, então aprendemos a conviver com a dor da perda... temos que conviver com dores físicas, emocinais, psíquicas, entre vários outros tipos de dores. Mas a gente sempre aprende a suportar e a seguir em frente. Ao menos, é pra ser assim. Ao menos, era assim até eu me encontrar sem você...
Nunca senti dor parecida. Nem quando caí de bicicleta, nem quando quebrei o braço, nem quando tive que arrancar vários dentes... nunca tinha perdido alguém, nunca senti a dor da perda. Imaginei que era uma dor intensa, mas a gente só sabe da verdade, quando tá “sentindo na pele”. A dor que sinto, é ardente e profunda, como deve ser a dor de ter uma faca apunhalá-da bem no meio das costas.
Cresci rápido, e agora os dias passam devagar como nunca... são dias preto e branco. A vida tá passando, e eu aqui parada, derramando lágrimas em meus travesseiros, olhando pra o nada, e lembrando do nosso “tudo”, que agora não existe mais... eu tinha tudo. Tinha você. Mas hoje o que tenho é a dor. A dor de não te ter, a dor de não ser tua.
Karine S.
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